Ao Jardim
A flor se faz forte
Elegante e bela
Firmando suas longas raízes na terra
Promete não desprender-se até o fim
A brisa sutil
No momento propício
Gentilmente sacode suas folhas
E refresca o seu caule
Seu desafio...
Levá-la para uma viagem
Pelos ares
A flor se mantém firme e não se entrega
Mas não pode contrariar as leis da natureza
Um sopro constante para cima espalha seu doce perfume
Que paira...
Parte dela já estava entregue.
Mostrando que sua fragrância sobressaía a de outras plantas
A brisa consegue trazer ao Jasmim um acréscimo de orgulho
Seguido de uma fraqueza inocente
Entre balanços em ritmo de dança
Experimentava a liberdade curiosamente
Quando menos acreditava estava voando.
Fora vencida
No toque da brisa ao pólem
De um lado...
O pobre vento desprovido da força
Extasiado
Num momento sublime de intimidade
Do outro...
A mais bela flor
Dividida
Entre o medo e a glória
O pecado e a felicidade.
O ciclo de vida numa combinação perfeita
O som; o cheiro; o toque
Recordações dos sentidos mágicos
De uma viagem inesquecível.

(texto - Phininho / foto - Claudia Casella)


Olá, Phininho!
ResponderExcluirModesto você hein? um poema lindo desses? parabéns, adorei!
Cláudia Casella
Nossa!
ResponderExcluirAmigo L! que poema lindo!
Vou visitar seu blog sempre! Te espero no meu também.
Beijos e parabéns pelo Blog!
Hellene Louise.